Os grãos da terra
que desenterra o chão
Pra queimar carvão
da nafta bucólica
Pra bebida alcóolica
conservar benevolente
os iníquos da mente
Pra fazer dos grãos
matéria permanente
De quem um dia viu alforria
Do incaótico caos.
Parece tanto,
que tanto tem.
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Geléia quente.
Pensei ter feito um soneto
Quis um quinteto
Abri a porta à porta
A geléia de compota
Que não se comporta
Que doce doce fica
Que doce doce vai
Sementeia aladamente
As flores sem cor
As flores sem cheiro
Tutti-fruti sem menta doente
Quis um quinteto
Abri a porta à porta
A geléia de compota
Que não se comporta
Que doce doce fica
Que doce doce vai
Sementeia aladamente
As flores sem cor
As flores sem cheiro
Tutti-fruti sem menta doente
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
logo, longe, perto distante
Adia o dia, pra hora esquecer de passar
Pega a agenda pra anotar
Traz aqui, vem cá
Se é você quem vai acalmar
Aperta alí
Dá um remédio
Diz pro vento que alcanço já
Diz pra água esperar
Que o fogo não sabe não
Que a terra não tem mais chão
Quem vai dizer até mais ver?
Pega a agenda pra anotar
Traz aqui, vem cá
Se é você quem vai acalmar
Aperta alí
Dá um remédio
Diz pro vento que alcanço já
Diz pra água esperar
Que o fogo não sabe não
Que a terra não tem mais chão
Quem vai dizer até mais ver?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Mudo.
Eu só quero dizer que a dor não é dor, e que os pulsos não são de carne e osso.
Como quando você fala, fala e fala
E ninguém parece não te ouvir
Como quando você pára pra pensar,
E descobre algo melhor pra ter dito
Você faz o que quer
Seus impulsos escondem sua dor
Seus pulsos confusos
Os olhos vagos
A dor de ninguém,
que um dia teve o mesmo olhar,
marcante e mudo, mudo.
O mistério não te atrai mais
Apagaram as luzes e
esqueceram de avisar
Você parou n'outro ar.
Como quando você fala, fala e fala
E ninguém parece não te ouvir
Como quando você pára pra pensar,
E descobre algo melhor pra ter dito
Você faz o que quer
Seus impulsos escondem sua dor
Seus pulsos confusos
Os olhos vagos
A dor de ninguém,
que um dia teve o mesmo olhar,
marcante e mudo, mudo.
O mistério não te atrai mais
Apagaram as luzes e
esqueceram de avisar
Você parou n'outro ar.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Surpresas
As pessoas insistem em me surpreender e eu insisto em não enxergar. Seria ingenuidade ou burrice minha? Que seja o que for, eu não ligo,ou finjo que não ligo. Usar métodos confortáveis foi uma das coisas mais lindas que eu aprendi xD Se me fazem surpresas boas ganham um sorriso, se não, ganham também, pq tem coisas que a gente tem que tirar sarro! haha
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Papel queimado
Há coisas que não deixam vestígios.
Há coisas que não serão mais contadas.
Há crianças que não vão mais sentir fome.
Há crianças que não vão mais viver.
São casos ao acaso.
São acasos sem alma.
É papel queimado.
Nenhum motivo pra pedir perdão.
Nenhum motivo pra dizer ilusão.
Pra ser sincero...
- Os vestígios ficaram aqui, onde você melhor compreender.
- Quer crer? Vá em frente, mas peço que não olhe pra trás, pois no seu domingo eu posso aparecer.
Há coisas que não serão mais contadas.
Há crianças que não vão mais sentir fome.
Há crianças que não vão mais viver.
São casos ao acaso.
São acasos sem alma.
É papel queimado.
Nenhum motivo pra pedir perdão.
Nenhum motivo pra dizer ilusão.
Pra ser sincero...
- Os vestígios ficaram aqui, onde você melhor compreender.
- Quer crer? Vá em frente, mas peço que não olhe pra trás, pois no seu domingo eu posso aparecer.
domingo, 19 de abril de 2009
ohnn ohunn uh!
É... eu ia escrever, mas esqueci Oo
Tem um nada, e muitos lençóis dentro dele
Um monte, de lençóis, pálidos e sem graça
Beges e brancos
Voando em movimentos sutis
As vezes, dão nós
Gritam pra se soltar
Pertubados lençóis
Agora, parecem dançar, dentre todos nós
Tolos, querem apenas esquecer
Existem manchas neles
As mais coloridas, lembram os dias em que viram bons momentos em meio a eles
As de pouca cor, ficarão mais visíveis quando a dança acabar
Pararam de rebolar
E a água escorre pra tentar limpar.
Hmmhmmhmm... metáforas, dica.
O que esqueci, deve ficar pro próximo post...
Tem um nada, e muitos lençóis dentro dele
Um monte, de lençóis, pálidos e sem graça
Beges e brancos
Voando em movimentos sutis
As vezes, dão nós
Gritam pra se soltar
Pertubados lençóis
Agora, parecem dançar, dentre todos nós
Tolos, querem apenas esquecer
Existem manchas neles
As mais coloridas, lembram os dias em que viram bons momentos em meio a eles
As de pouca cor, ficarão mais visíveis quando a dança acabar
Pararam de rebolar
E a água escorre pra tentar limpar.
Hmmhmmhmm... metáforas, dica.
O que esqueci, deve ficar pro próximo post...
domingo, 5 de abril de 2009
Testando...
Pac pac poc. Puntz! 8D
Um blog, é!
Os motivos?
Suspeito da vontade de escrever mais 'restritamente', ou buscar melhor compreensão. E 'blog' é uma palavra gostosinha xD
O nome?
Uma das razões de não ter criado um blog antes.
E hoje, eis que surge uma idéia que não fora exclusiva =T
Porééém, eis que surge um erro de digitação, e 'reasoninfieta', achei bonitinho /...Êta/.
Que lembra éter, que lembra ópio. Que podem aparecer nos seguintes posts. Constantemente.
Fui pisar na grama molhada pra ver a lua ;*
Um blog, é!
Os motivos?
Suspeito da vontade de escrever mais 'restritamente', ou buscar melhor compreensão. E 'blog' é uma palavra gostosinha xD
O nome?
Uma das razões de não ter criado um blog antes.
E hoje, eis que surge uma idéia que não fora exclusiva =T
Porééém, eis que surge um erro de digitação, e 'reasoninfieta', achei bonitinho /...Êta/.
Que lembra éter, que lembra ópio. Que podem aparecer nos seguintes posts. Constantemente.
Fui pisar na grama molhada pra ver a lua ;*
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